Publicado por: STRØNGM@N | 5 fevereiro, 2010

Robô lego mindstorms NXT + N95 = cubo mágico(4×4x4) resolvido!

Olá caros leitores,

Pesquisando alguns vídeos no youtube, encontrei este vídeo(veja abaixo) que mostra uma dupla que consegue resolver em alguns minutos e utilizando poucos movimentos o cubo mágico(4×4x4).

Interessante!

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 2 fevereiro, 2010

Ensinando máquinas a pensar

Cientistas da Universidade de Stanford avançam na criação de uma inteligência artificial, projeto que teve início há quase 50 anos

Os computadores pessoais e as tecnologias que levaram à invenção da internet foram majoritariamente criadas nas décadas de 1960 e 1970 em três laboratórios de pesquisa próximos ao campus da Universidade deStanford (EUA).

Um dos laboratórios, o Centro de Pesquisa Doublas Engelbart, tornou-se conhecido pela invenção do mouse. Um segundo, o Centro de Pesquisa da Xerox em Palo Alto, desenvolveu o Alto, o primeiro computador pessoal moderno. Mas o terceiro, o Laboratório de Inteligência Artificial de Stanford (Sail, na sigla em inglês) administrado pelo cientista da computação John McCarthy, obteve reconhecimento menor. A falta de destaque pode ser atribuída ao fato de que o Sail lidou com um problema mais difícil: construir um sistema de inteligência artificial.

Por volta de meados dos anos 1980, muitos cientistas viram esse esforço como um fracasso. A expectativa era mais promissora em 1963, quando McCarthy começou sua pesquisa. Sua proposta inicial para o Pentágono previa que construir uma máquina pensante levaria aproximadamente uma década. Não deu certo, mas, depois de 47 anos, muito do otimismo original está de volta, motivado por progressos rápidos nas tecnologias de inteligência artificial. A expectativa era tangível no último mês, quando mais de 200 dos cientistas originais do Sail reuniram-se.

Durante os primeiros 10 anos, os pesquisadores do laboratório embarcaram em um extraordinariamente rico conjunto de desafios técnicos e científicos que ainda estão nas fronteiras da ciência da computação, incluindo visão mecânica e manipulação robótica. McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial” nos anos 1950, mas o restante da equipe também era um autêntico quem é quem no mundo da computação (veja quadro à direita).

O laboratório fundiu-se com o Departamento de Ciências da Computação de Stanford em 1980, reabriu em 2004 e está agora passando por um renascimento. Sua trajetória pode ser vista no progresso feito desde 1970, quando um pesquisador programou um robô para seguir automaticamente uma linha branca em condições de luminosidade controlada a 1,3 km/h. Trinta e cinco anos depois, um time de pesquisadores em inteligência artificial de Stanford equiparia um Volkswagen Touareg com lasers, câmeras e um conjunto de computadores para dirigir por conta própria por mais de 210 quilômetros de estradas montanhosas na Califórnia a uma velocidade média de 30 km/h.

– Agora, somos um parâmetro, com os mais fortes avanços recentes no campo – afirma Sebastian Thrun, roboticista que dirige o Sail e foi um dos líderes da equipe que projetou o veículo que viajou sozinho.

A reunião dos antigos pesquisadores também revelou o que está por vir. Durante o encontro, os pesquisadores atuais do Sail exibiram um vídeo do chamado Projeto do Helicóptero Autônomo de Stanford, que mostra uma aeronave fazendo uma série de manobras impossíveis para um piloto humano. A demonstração foi instigante porque o sistema de pilotagem primeiro captou as manobras de um piloto de carne e osso para depois aprimorá-las. Um exemplo de como máquinas podem aprender. Mas e a criação de uma verdadeira inteligência artificial? A questão ainda permanece em aberto.

Fonte: zerohora

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 18 janeiro, 2010

A robô empregada doméstica

Uma equipe de cientistas sul-coreanos desenvolveu um robô que faz a limpeza da casa, coloca a roupa na máquina de lavar e esquenta a comida no microondas. “Mahru-Z” tem 1,3 m de altura, pesa 55 kg e seu desenvolvimento levou dois anos.

Esta empregada doméstica de última geração tem aspecto humano, com uma cabeça rotatória, braços, pernas e seis dedos, além da visão tridimensional, para detectar as tarefas que precisa fazer, explicou Yu Bum-Jae, o chefe do centro de robótica cognitiva do Instituto de Ciência e Tecnologia, falando ao jornal Korea Times.

Tanto Mahru-Z como Marhu-M, outro robô criado antes, podem trabalhar juntos e coordenados por um servidor. Yu assegura que Mahru-Z é o robô mais avançado em termos de imitação de movimentos humanos.

Fora as tarefas domésticas, os pesquisadores acham que o robô também pode ser utilizado em condições difíceis e perigosas para os seres humanos, mas sua fabricação em série ainda não é viável.

Para saber mais clique aqui.

Fonte: Terra

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 14 janeiro, 2010

Robôs para pesquisa made in Brasil

Desenvolvido por empresa brasileira, robô possibilita que universidades e instituições de ensino técnico desenvolvam pesquisas básicas (divulgação)


Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Robôs têm sido fabricados e comercializados há décadas para aplicações industriais – como os braços robóticos utilizados na indústria automobilística desde a década de 1960. Mas, segundo pesquisadores, ainda há um atraso nessa área no Brasil, principalmente nas faculdades de engenharia mecânica, eletrônica e informática, nas quais é necessário importar robôs ou, na ausência deles, simular projetos para o desenvolvimento de pesquisas básicas em robótica.

Nos últimos anos, a área de robótica tem ganhado força no país. Um exemplo é a Cientistas Associados, criada em 2003 por pesquisadores brasileiros, que desenvolve produtos tecnológicos baseados em software e hardware, como sistemas interativos e robôs móveis.

Uma novidade da empresa é o RoboDeck, voltado à utilização em educação e pesquisa. O modelo é capaz de se adaptar a projetos tanto de estudantes do ensino médio técnico como da graduação e da pós-graduação.

O robô é constituído de um hardware básico, formado pelos componentes principais, e um hardware opcional, constituído de módulos como câmara, placa de alta performance e por dispositivos que podem ser acoplados a depender da necessidade de cada projeto.

“Trata-se de uma plataforma universal e aberta que permite acoplar outros módulos. Isso facilita a pesquisa porque não é necessário partir da estaca zero todas as vezes que se for desenvolver um novo projeto. Permite ainda que professores e alunos direcionem os trabalhos diretamente aos módulos tanto de hardware como de software ou em um algoritmo inteligente, em vez de se preocupar com as ferramentas”, disse Antonio Valério Netto, diretor de tecnologia e novos negócios da Cientistas, à Agência FAPESP.

O projeto, que teve o apoio da FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), será comercializado em 2010 pela empresa XBot. Seis universidades brasileiras já solicitaram pedido para aquisição do RoboDeck.

“O RoboDeck funciona como um sistema operacional de computador, em que cada usuário pode programá-lo de diversas formas. A ideia é que a tecnologia para controlá-lo não seja específica, mas sim aberta. No caso brasileiro, existe um filão com a popularização de softwares livres. Pode-se usar Windows, Linux e reconfigurar o robô para cada pesquisa”, disse.

Segundo Valério Netto, que é doutor pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC/USP), em São Carlos, e atualmente coordena o Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), de São Carlos e região, o objetivo é fazer do robô uma ferramenta, de modo que os pesquisadores e estudantes na área não precisem fugir do foco principal, que é a pesquisa.

O RoboDeck pode ser controlado remotamente ou funcionar de forma autônoma para realizar tarefas predeterminadas. Nos módulos opcionais pode-se acrescentar placa de alta performance com Linux embarcado que permite, por exemplo, comunicação por meio de tecnologias como wi-fi, bluetooth ou zigbee, além de câmaras com entrada USB, garras mecânicas e motores de direção, entre outros dispositivos.

Aprendizado acelerado

Segundo Valério Netto, outro aspecto a ser salientado é que o robô – testado em parceria com os alunos da Escola de Engenharia da Universidade de São Paulo (EESC/USP), em São Carlos – ajuda a acelerar o aprendizado com a chamada “eletrônica viva”.

“Há 20 anos uma plaquinha eletrônica em cima de uma mesa era algo fantástico para se estudar. Hoje isso não funciona muito. Os alunos ficam livres para pensar a criação de módulos e dissecar o robô em várias partes. Dentro dele, tem eletrônica, mecânica, computação, onde se pode estudar a inteligência computacional”, disse.

O custo dos kits do RoboDeck varia de R$ 3 mil a R$ 35 mil dependendo da configuração e do modelo do produto. Segundo o pesquisador, essa variação de preço envolve o acréscimo de módulos e a aquisição de módulos separadamente. A empresa já tem encomendas para 2010 de várias universidades brasileiras e instituições de pesquisa.

“O robô tem um custo bem acessível em relação a seus concorrentes internacionais. Além disso, a barreira alfandegária encarece em até 60% a compra de produtos eletrônicos de fora do país, o que torna o processo mais complicado para as universidades”, disse.

Apesar do foco em pesquisa e educação, Valério Netto conta que outras empresas podem se interessar e utilizar a plataforma universal do RoboDeck e, a partir dela, fazer novas aplicações.

“Tivemos a experiência de uma empresa da área de segurança que achou bastante interessante a utilização dos robôs para realizar rondas programadas em locais como grandes armazéns e galpões onde ficam armazenados produtos estocados. O robô pode se locomover durante várias horas e, por meio da câmera digital e outros sensores, identificar intrusos ou mesmos situações não programadas que precisam ser alertados para a central de segurança”, disse.

“Além disso, é possível implementar módulos específicos que permitirão ao robô atuar na execução de rondas para segurança e monitoramento de condomínios horizontais (áreas residenciais) e áreas de risco em indústrias petroquímicas e usinas de geração de energia (nuclear, termelétricas, entre outras”, complementou.

Fonte: Agencia fapesp

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Publicado por: STRØNGM@N | 13 janeiro, 2010

O que é a Universidade da Singularidade?



A tecnologia está avançando todos os dias a uma velocidade incrível. Computadores que antes eram grandes e ficavam alojados em salas de um edifício, hoje cabem nos nossos bolsos e são centenas de vezes mais poderosos.

A universidade da singulariade (SU) foi fundada para formar uma rede tecnológica global de lideres do mundo inteiro das áreas de biotecnologia, nanotecnologia e inteligência artificial. O objetivo é resolver desafios tecnológicos da humanidade e criar dispositivos aperfeiçoados baseado em estudos do futuro da tecnologia.

A universidade da singularidade(SU) conta com o apoio de grandes instituições de tecnologia como a Google e a NASA.

Raymond Kurzweil, inventor e futurista formado no MIT, publicou vários livros sobre inteligência artificial, singularidade tecnológica e tecnologia do futuro. Ele é o co-fundador da SU baseado no princípio da singularidade que devido ao crescimento exponencial da tecnologia, a humanidade estará testemunhando dentro do avanço tecnológico a mudança do nosso mundo e da própria existência como nunca havia testemunhado antes.

Kurzweil e as suas idéias são o assunto de um novo documentário chamado “O Homem Transcendente” que será lançado esse ano(2010). Clique aqui para assistir ao trailer do documentário.

Fonte: www.islamonline.net

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Publicado por: STRØNGM@N | 11 janeiro, 2010

Roxxxy “a primeira robô do sexo”

Olá caros leitores,

Em uma feira de entretenimento adulta que está acontecendo em paralelo à CES 2010, você encontra uma robô, Roxxxy TrueCompanion, que está chamando a atenção de quem visita a feira.

A Roxxxy TrueCompanion, como é chamada, é uma robô que serve para fazer companhia, inclusive a mais íntima(se é que vocês me entendem). Possui corpo de modelo, com 174 cm e 54,5 quilogramas e pele sintética, semelhante à de uma mulher real, além de você poder adequar o tamanho dos seus seios e mudar a cor dos cabelos conforme o gosto. Ela possui Inteligência Artificial e vários sensores e é capaz de conversar, ouvir, sentir o toque e ser uma amiga e companheira para as horas vagas e pode até ter um orgasmo.

Segundo a fabricante, TrueCompanion, existem cinco perfis de personalidade para Roxxxy: Frigid Farrah (tímida e reservada), Wild Wendy (aventureira), S&M Susan (sadomasoquista), Young (garota de 18 anos) e Mature Martha (que vai “te ensinar” algumas coisas). Ela já vem de fábrica sabendo falar de futebol e de carros com o companheiro e você poderá atualizá-la futuramente, online.

Ela já está à venda nos Estados Unidos e na Europa, com projetos de expansão a todo o Mundo e pode ser adquirida por um preço que varia entre 4800 e 6200 euros, incluindo um computador portátil.

Fontes: Terra e jn.sapo.pt

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Publicado por: STRØNGM@N | 5 janeiro, 2010

Robôs operam coração batendo graças à visualização 3D

Além do coração, o modelo 3-D computadorizado também acompanha o movimento da parede torácica do paciente durante a respiração, o que amplia sua possibilidade de utilização em outras cirurgias.Imagem: Richa et al.

Redação do Site Inovação Tecnológica – 05/01/2010

As limitações dos robôs cirurgiões

Os robôs cirurgiões tornaram-se uma realidade mais cedo do que se imaginava a princípio. No Brasil, até mesmo o Sistema Único de Saúde (SUS) já autoriza cirurgias feitas por robôs.

Os pesquisadores já demonstraram inclusive a viabilidade de cirurgias totalmente robotizadas.

Contudo, a precisão dos robôs geralmente tem seu custo – um paciente totalmente imóvel é uma regra para permitir que o cirurgião mecatrônico faça incisões tecnicamente perfeitas.

Isto torna difícil o uso dos robôs em cirurgias cardíacas – o bater constante do coração inviabiliza seu uso. O mesmo se dá em cirurgias ainda mais delicadas, no cérebro por exemplo, onde o movimento das veias e artérias pode impedir a exploração da precisão dos robôs para minimizar o risco de danos às áreas sãs do organismo.

Modelo 3D do coração

Mas essas limitações parecem estar prestes a serem superadas.

Uma equipe de cientistas trabalhando no Centro Nacional de Pesquisas Científicas, da França, desenvolveu um modelo computadorizado em três dimensões capaz de acompanhar o movimento da superfície do coração conforme ele bate – com extrema precisão e em tempo real.

Inserindo diretamente os dados do modelo no programa do robô cirurgião, os instrumentos robóticos movimentam-se de forma inteiramente coordenada com o bater do coração, permitindo que a cirurgia robotizada seja feita como se o coração estivesse parado.

Hoje, as cirurgias muito delicadas exigem que o coração seja efetivamente parado temporariamente. A nova tecnologia permitirá a redução dos riscos para o paciente representados por esses procedimentos.

Além do coração, o modelo 3-D computadorizado também acompanha o movimento da parede torácica do paciente durante a respiração, o que amplia sua possibilidade de utilização em outras cirurgias, melhorando o desempenho dos robôs cirurgiões de forma geral.

Cirurgias mais precisas

Ao longo dos últimos 10 anos, os braços robóticos tornaram-se essenciais em vários tipos de procedimentos cirúrgicos, incluindo as microcirurgias e as operações que requerem movimentos extremamente delicados.

No entanto, essas máquinas também impedem os cirurgiões de utilizar o seu sentido do tato e sua coordenação motora para se adaptar às variações no ambiente variável do corpo do paciente.

Este novo modelo gerado por computador permite que o cirurgião concentre-se nas operações de corte ou sutura, sem se preocupar em ajustar as ferramentas de acordo com o movimento da área operada.

Em última instância, esta inovação terá aplicações potenciais nas cirurgias cardíacas, incluindo a revascularização do miocárdio (pontes de safena e inserção de stents) e muitos tipos de cirurgia cerebral.

Rogério Richa e seus colegas afirmam que o avanço também permitirá a execução de várias cirurgias que hoje são consideradas arriscadas demais, onde o risco de complicações supera os benefícios esperados de uma cirurgia manual.

Modelo matemático do coração

Esta é a primeira tentativa bem-sucedida de efetivamente isolar os movimentos físicos do coração e dos pulmões durante a cirurgia. Isso é particularmente difícil dada a forma irregular do coração, assim como a sua tendência para se expandir em todos os sentidos durante o batimento. A superfície irregular do coração também torna mais difícil a utilização do rastreamento visual para identificar com precisão os movimentos.

O desenvolvimento do modelo 3-D em tempo real foi possível graças a uma nova abordagem que se baseia em uma representação matemática da superfície do coração enquanto ele se move em três dimensões durante o bombeamento.

Várias tentativas já haviam sido feitas para a utilização de modelagem por computador para levar em conta os movimentos do coração e da respiração. No entanto, os esforços anteriores usavam imagens 2D combinadas com outras etapas de mensuração e cálculo, o que as torna lentas demais para fornecer um feedback instantâneo durante uma cirurgia.

O novo sistema de imageamento 3D prevê os movimentos do coração em uma única etapa, o que o torna rápido o suficiente para ser utilizado no ambiente real de uma sala cirúrgica.

Fonte: Inovação Tecnológica.

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Publicado por: STRØNGM@N | 4 janeiro, 2010

Novo sistema Captcha pode requerer validação em vídeo

A inovadora tecnologia de segurança se baseia na capacidade ímpar que os humanos têm de distinguir imagens em vídeo.

Por Matheus Gonçalves

Já faz algum tempo que pessoas mal-intencionadas e profissionais de segurança tentam desenvolver algum método para burlar o sistema de validação humana, conhecido com Captcha, onde o usuário deve distinguir caracteres embaralhados em imagens estáticas.

Em dezembro um documento foi divulgado mostrando resultados significantes de ataques a esse sistema.

Para tentar conter a onda de bots responsáveis pelo envio de milhares de mensagens caracterizadas como spam, a Universidade de Tel Aviv desenvolveu um novo sistema Captcha, que requer a validação de uma imagem em vídeo.

De acordo com o site TechRadar , os captcha multimídia podem garantir mais alguns anos de tranquilidade na luta contra o mal do spam, uma vez que um novo esforço para quebrar o sistema deve ser empregado – com a popularização da computação quântica dentro de algumas décadas, todos os modelos de validação atuais ficarão obsoletos.

O professor Danny Cohen-Or, do curso de Ciências da Computação da universidade, disse que “os seres humanos têm uma habilidade muito especial que robôs ainda não foram capazes de dominar”.

A tecnologia faz uso da capacidade humana de reconhecer objetos quando em movimento, em questão de segundos. De acordo com o caderno de informática do site IndiaTimes , Cohen-Or descreve a técnica como um modelo que gera imagens animadas de objetos em 3D, como um homem correndo ou um avião voando.

Segundo ele, isso permitirá que desenvolvedores de segurança gerem um número infinito de imagens em movimentos que tornará praticamente impossível a decodificação por parte de qualquer algoritmo computacional.

Além disso, os pesquisadores também estão desenvolvendo métodos de geração automática de imagens escondidas em um fundo natural em uma espécie de versão digital de “Onde está Wally?”.

“Estamos tentando esconder imagens de águias ou leões em paisagens naturais”, diz Cohen-Or.

A mistura de figuras em movimento em um fundo estático torna bastante difícil para robôs uma tarefa que o cérebro humano realiza de forma simples.

Fonte: yahoo.com.br

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Publicado por: STRØNGM@N | 4 janeiro, 2010

Conheça o projeto MMP(Mind Machine Project)

O projeto MMP(Mind Machine Project) é o projeto que o MIT(Massachusetts Institute of Technology) está trabalhando para reconstruir a Inteligência Artificial.

O objetivo deste projeto é rever os fundamentos primários da Inteligência Artificial para realizar melhorias e correções para poder avançar nos próximos anos nas três áreas principais da IA – Mente, memória e corpo.

Um fato importante em relação a este projeto é que o mesmo pretende descartar o Teste de Turing.

A idéia agora é fazer com que as três áreas trabalhem juntas.

Esse projeto tem duração de cinco anos e já possui um financiamento de 5 milhões de dólares.

Para saber mais clique aqui .

Fonte: web.mit.edu.

Let’s go!

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um mundo virtual que é habitado por criaturas autônomas capazes de aprender de acordo com a convivência no seu ambiente.

Agência FAPESP – Uma criatura começa a explorar um mundo desconhecido. Ela tem que executar certas tarefas predeterminadas como coletar alimentos, encontrar e recolher objetos coloridos e competir com outras criaturas que também terão que fazer esses trabalhos e tentarão enganá-la, escondendo a comida e os objetos que possam lhe interessar.

Esse cenário foi criado virtualmente por um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Uma vez lá dentro, as criaturas são autônomas, ou seja, nenhum humano a controla. Elas devem agir de acordo com o que conseguiram aprender ao longo dessa convivência. Esse mundo eletrônico foi projetado para estudar e aplicar um tipo de memória que ainda é pouco explorada pela ciência, a memória episódica.

“É a memória de nossa história pessoal que se baseia naquilo que fizemos e nas coisas que testemunhamos”, explicou o coordenador da pesquisa, Ricardo Ribeiro Gudwin, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação da Unicamp, durante o Seminário Raciocínio Baseado em Modelo em Ciência e Tecnologia, ocorrido de 17 a 19 de dezembro na universidade.

O evento foi realizado no âmbito do Projeto Temático Logical Consequence and Combinations of Logics – Fundaments and Efficient Applications apoiado pela FAPESP e coordenado por Walter Carnielli, professor do Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.

Segundo Gudwin, para que seja bem-sucedida, a criatura virtual conta com recursos que tentam simular os sistemas cognitivos de animais e de seres humanos. Como em muitas situações comuns na vida real, será preciso recolher informações a respeito de um ambiente desconhecido (fazer uma codificação), guardá-las de um modo eficiente (armazenamento) e depois acessá-las quando forem necessárias (recuperação).

Para desenvolver essa memória, o grupo elaborou regras que devem ser seguidas para todas as criaturas do ambiente virtual: evitar paredes e outros obstáculos, coletar alimentos, que podem ser ou não perecíveis, recolher determinados objetos do cenário e tentar prever o que os demais atores do jogo farão e tentar atrapalhá-los. “Essa última função está ligada à teoria da mente, que envolve tentar saber o que o outro pensa”, disse.

A experiência também procura reproduzir algumas complexidades e técnicas usadas por humanos para relembrar episódios. De acordo com o pesquisador da Unicamp, não há espaço para absorver todas as informações com as quais se tem contato, por isso, na hora de registrar algo, é preciso utilizar filtros que eliminem dados menos importantes e lançar mão de estratégias para economizar memória, como manter em um arquivo único memórias muito parecidas.

As criaturas também tentam reproduzir habilidades mais difíceis, como conseguir estabelecer conexões entre causas e efeitos que estão bastante separados no tempo. São as chamadas “consequências tardias”, ou a associação de uma reação ocorrida no presente à ação que a causou, mas que se passou há dias, meses ou anos.

Decisões próprias

Fazer o sistema aprender e desenvolver a própria memória em vez de carregar dados prontos pode abrir portas para novas aplicações em computação nas quais o volume de dados ainda são uma barreira.

“Quando o ambiente é muito extenso, não há como colocar todos os dados nem fazer uma programação de trajetória, por isso é importante que o sistema descubra sozinho essas informações”, disse Gudwin.

Isso se aplica, por exemplo, a sistemas de monitoramento de tráfego. Em vez de dar entrada com os dados de toda uma malha viária, um sistema dotado de memória episódica poderia identificar pontos de gargalo e tomar decisões prioritárias a fim de manter o fluxo de veículos.

De acordo com Gudwin, a administração de empresas também ficaria mais eficiente com sistemas descobrindo sozinhos problemas que seriam difíceis de serem detectados em uma grande companhia. E os fãs de jogos eletrônicos poderiam contar com oponentes virtuais “inteligentes”, capazes de aprender sobre as fraquezas do rival e evoluir como se fossem de carne e osso.

Fonte: Ag. Fapesp.

Sem dúvida, uma interessante notícia para a área da Inteligência Artificial.

See ya!!!

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