Publicado por: STRØNGM@N | 2 Novembro, 2009

Sexo com robôs???

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Está lá na edição deste mês (11/2009) da revista Isto é.

O especialista em inteligência artificial, David Levy, afirma que as máquinas existem para dar conforto e bem-estar ao homem.

Um dos maiores especialistas em inteligência artificial, o escocês David Levy, acaba de ganhar pela segunda vez o prêmio Loebner, considerado o Oscar da robótica na categoria melhor “chatbot”.

Ele concedeu uma entrevista a revista Isto é, na qual prevê o futuro dos humanos com as máquinas…

Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui.

Fonte: Istoé.

Let’s go!!!

Máquinas que dominam o homem

Uma dupla de pesquisadores de Portugal e da Indonésia descreveu uma nova metodologia, baseada na tomada de decisão por lógica computacional que, segundo eles, poderá um dia dotar as máquinas – computadores e robôs – com um senso de moralidade.

Os autores de ficção científica sempre exploraram o tema das máquinas que tomam o controle da situação e exercem algum tipo de dominação sobre o homem. A Skynet, da série O Exterminador do Futuro, e o computador Hal 9000, de 2001: Uma Odisseia no Espaço são os exemplos mais lembrados de uma longa lista na qual as máquinas de Matrix parecem representar a distopia final de uma colaboração histórica – as máquinas que ajudam o homem – que eventualmente poderia se transformar em mais um caso de dominação.

Lógica prospectiva

Luís Moniz Pereira, da Universidade Nova de Lisboa, em Portugal e Ari Saptawijaya da Universidade da Indonésia, acreditam que esse futuro – se de fato a suspeita vier a se transformar em possibilidade, ou eventualmente em risco – poderá ser minimizado com a aplicação adequada de lógica computacional e de mais inteligência artificial.

“A moral já não pertence mais apenas ao reino dos filósofos. Recentemente, tem havido um crescente interesse em compreender a moral do ponto de vista científico”, dizem os pesquisadores em seu artigo.

Eles analisaram um sistema conhecido como lógica prospectiva para começar a a programar a moralidade em um computador. De forma bastante simplificada, a lógica prospectiva permite que se modele um dilema moral e, em seguida, sejam determinados os resultados lógicos das possíveis decisões.

Ética das máquinas

A abordagem poderá, acreditam os pesquisadores, representar a emergência da ética das máquinas, permitindo desenvolver equipamentos completamente autônomos que poderão ser programados para fazer julgamentos com base nos fundamentos da moral humana.

“Equipar os agentes de software com a capacidade de tomar decisões morais é uma exigência indispensável. Isto é particularmente verdadeiro quando os agentes estão operando em domínios onde os dilemas morais ocorrem, por exemplo, no campo da saúde e da medicina,” diz o artigo.

Os pesquisadores também apontam que a ética das máquinas poderá ajudar os psicólogos e cientistas da cognição a encontrar novas formas de compreender o raciocínio moral nas pessoas e, eventualmente, extrair os princípios morais de situações complexas que ajudem as pessoas a decidir o que é certo e o que é errado. Tal entendimento poderia então ajudar no desenvolvimento de sistemas educativos inteligentes para ensinar a moralidade às crianças, defendem eles.

Dilema do bonde

Para demonstrar sua abordagem, os pesquisadores criaram um programa para resolver o famoso “dilema do bonde”, um exercício de pensamento ético apresentado pela filósofa britânica Philippa Foot na década de 1960.

O problema envolve um bonde fora de controle correndo por uma rota em cujos trilhos estão amarradas cinco pessoas. A pessoa que está fazendo o teste pode girar uma chave que enviará o bonde para uma rota diferente, em cujos trilhos está amarrada uma única pessoa. O dilema é: Deve-se ou não girar a chave?

O programa de lógica prospectiva pode considerar cada resultado possível com base em diferentes versões do problema e demonstrar logicamente as consequências das decisões tomadas em cada um dos casos. O próximo passo seria dotar cada resultado com um peso moral, de modo que o programa possa fazer o melhor juízo e decidir se deve ou não girar a chave. Ou seja, a consideração moral de cada situação é substituída por um “julgamento a-priori, a cargo do programador.

Para saber mais clique aqui.

Fonte: Inovação Tecnológica.

Leiam o artigo(em inglês) na íntegra clicando aqui.

See ya!!!

Uma máquina pode ser tão criativa quanto um ser humano?

Por Luciana Alves

Um programa de computador que pode escrever complexas obras de música erudita, que não parecem “melodias de robô”. Essa é a novidade apresentada cientista David Cope, professor das universidades da Califórnia-Santa Cruz, EUA, e de Xiamen, na China. Batizado de Emily Howell, o mecanismo, desenvolvido a partir de técnicas de inteligência artificial, tem seu próprio estilo musical e vai muito além das simples composições eletrônicas habituais.

Abastecido com uma coletânea de trabalhos musicais, o programa criou, a partir deles, sua própria maneira de compor. Segundo o cientista, o estilo de Emily seria uma mistura de todos os estilos, um som parecido com o de compositores clássicos contemporâneos. E, o mais interessante, Emily consegue modificar suas composições a partir de sugestões, verbais ou musicais, dadas pelo expectador.

A idéia de utilizar inteligência artificial partiu de uma crise de criatividade do próprio cientista, que também é músico. Cope não conseguia terminar uma ópera, então, um amigo sugeriu que ele criasse um programa que o ajudasse a finalizá-la. Assim nasceu o projeto Experiments in Music Intelligence (EMI), o predecessor de Emily Howell, na década de 80.

O programa analisava as composições feitas anteriormente por Cope em busca de padrões – pequenas assinaturas musicais que só ele teria – e os reproduzisse em novas formas, seguindo o estilo do autor. Além de terminar sua ópera, o pesquisador utilizou o EMI para analisar e produzir novas peças de gênios da música clássica, como Mozart, Beethoven e Bach.

Os projetos receberam várias críticas do meio artístico por tentar reproduzir a capacidade de criação do homem. “Muitos músicos, acadêmicos ou compositores, acreditam que a criação musical é apenas de natureza humana, e, de alguma forma, este programa de computador ameaça este aspecto único de criação humana”, explica Cope.

Em seu próximo trabalho, um livro, o cientista vai além: defende que a música é uma ciência matemática. Além da acústica e dos sons, uma composição envolveria a teoria dos jogos, indo, portanto, muito além da inspiração. “Para mim, música e programação estão tão ligadas quanto se possa imaginar. Quando estou compondo, estou programando. Quando estou, programando estou compondo”, disse o cientista ao site Ars Technica.

Polêmicas à parte, Emily irá lançar um CD, pela Centauro Records, nos EUA. Suas composições serão interpretadas por músicos humanos.

Para saber mais clique aqui.

Fonte:Geek

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 21 Setembro, 2009

Sistema neural interpreta pensamentos básicos à distância

Um conjunto internacional de pesquisadores, coordenados pelo Dr. Juan López Coronado, da Universidade Politécnica de Cartagena, na Espanha, está desenvolvendo um sensor que pretende não apenas ser capaz de interpretar intencionalidades básicas do pensamento humano, mas também de interpretá-los à distância.

O objetivo da pesquisa não é criar algum tipo de “leitor de pensamentos”, mas de permitir que pessoas com deficiências físicas e neurológicas possam controlar equipamentos robotizados sem a necessidade da inserção física de sensores em seus corpos ou mesmo da colagem de sensores diretamente na cabeça.

Roupas inteligentes

O conjunto de sensores sem fios deverá ser instalado em um chapéu ou boné ou mesmo em uma outra peça de roupa dotada de conexões elétricas, conhecidas pelo conceito de “roupas inteligentes.”

“O dispositivo permite decodificar a intencionalidade da pessoa por meio de sensores não-invasivos, ou seja, sem a necessidade de perfurar a caixa craniana. Algoritmos de computador capturam os sinais elétricos dos sensores e interpretam os aspectos básicos do pensamento humano ligados à coordenação motora,” explica o Dr. Coronado.

Antecipando o movimento do outro

Se esta descrição do novo sistema não parece apresentar muitas novidades, o Dr. Coronado logo antecipa novidades quando o sistema for utilizado simultaneamente por várias pessoas: “Entre duas pessoas que estejam portando o novo sistema, tendo os sensores no boné ou na roupa, um deles poderá interpretar com antecipação se a outra pessoa pretende estender a mão para cumprimentá-lo.”

Por exemplo, duas pessoas cegas, ambas portando o novo sistema de sensores sem fios, poderão aproximar-se e cumprimentar-se dando-se as mãos naturalmente. Várias outras possibilidades serão exploradas nos primeiros testes, incluindo o acompanhamento de pessoas idosas e o acionamento à distância de equipamentos robotizados.

Fonte: Inovação Tecnológica

Publicado por: STRØNGM@N | 16 Setembro, 2009

Elo perdido da eletrônica permitirá computador a aprender!

Imagem: R.Stanley Williams/HP

Imagem: R.Stanley Williams/HP

Cientistas da HP conseguiram incluir uma camada de memristores em um processador de silício tradicional, comprovando que esse novo componente eletrônico funciona em conjunto com os componentes eletrônicos tradicionais e abrindo caminho para sua chegada ao mercado a curto prazo.

O que é memristor?

O memristor é considerado o elo perdido da eletrônica, um componente eletrônico com um comportamento similar ao do resistor, mas capaz de “lembrar seu passado”, o que significa que ele funciona como uma memória não-volátil.

O memristor foi previsto teoricamente em 1971 pelo então jovem professor Leon Chua, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos. Mas o dispositivo permaneceu como um componente quase lendário até o ano passado, quando os engenheiros conseguiram construir um memristor pela primeira vez, utilizando técnicas da nanotecnologia de última geração.

A descoberta do memristor

Desde que a eletrônica foi criada, ainda na época das válvulas eletrônicas, os cientistas e engenheiros sempre montaram os circuitos utilizando três blocos básicos: resistores, capacitores e indutores. Mas, em 1971, Leon Chua percebeu que estava faltando algo ao estudar como as quatro variáveis básicas de um circuito – tensão, corrente, carga e fluxo – se relacionam com esses três elementos.

Cada um dos três blocos básicos da eletrônica se relaciona com duas das quatro propriedades eletrônicas dos circuitos, criando uma cadeia que conecta a carga ao fluxo por meio da tensão e da corrente. Mas a matemática não-linear de Chua mostrava que deveria haver um quarto componente, capaz de ligar diretamente fluxo e carga.

Ele então batizou esse elo perdido da eletrônica de memristor – uma junção livre dos termos memória e resistor. E previu que esse quarto componente eletrônico fundamental teria propriedades que não poderiam ser duplicadas por nenhuma combinação dos três outros componentes.
Da teoria à prática

Tudo isto permaneceu no campo da teoria até o início do ano passado, quando cientistas comprovaram a existência do quarto componente eletrônico fundamental.

Agora as coisas parecem estar andando muito mais rapidamente. Apenas um ano e meio desde a demonstração do memristor, ele já está no interior de um chip trabalhando em conjunto com seus companheiros mais antigos e mais conhecidos.

Os memristores se comportam mais ou menos como os resistores – que simplesmente oferecem uma resistência à passagem da corrente elétrica. A sua grande vantagem é que ele consegue “lembrar” da última corrente que passou por ele, funcionando como uma memória, que poderá substituir tanto as memórias DRAM dos computadores quanto as memórias de dispositivos móveis, como os pendrives.

Substituto do transístor

Mas as vantagens dos memristores vão muito além de simples substitutos das memórias. Eles são excelentes substitutos dos transistores. Os pesquisadores afirmaram que cada memristor individual se mostrou capaz de substituir de 7 até 12 transistores, dependendo do papel que ele desempenha dentro do chip.

Melhor ainda: enquanto os transistores exigem a presença de energia constantemente, o memristor mantém sua memória mesmo quando a energia é desligada. Toda a perda de energia que acontece nos chips atuais deixa de existir nos pontos onde o memristor substitui os blocos de transistores, diminuindo o consumo de energia do processador e, por decorrência, seu aquecimento.

Fabricação dos memristores

No estágio atual de desenvolvimento, os memristores são construídos em uma grade de nanofios. Cada junção entre dois fios é um sanduíche cujo recheio é um aglomerado de partículas de dióxido de titânio. É esse sanduíche que é o memristor.

No experimento agora feito, a camada de memristores foi colocada sobre a camada do processador CMOS tradicional. Fios de cobre são utilizados para conectar os memristores com os demais componentes do chip. A adição da camada de memristores transformou o chip original em um FPGA (Field-Programmable Gate Array), um tipo de chip que pode ser fisicamente reconfigurado depois que ser fabricado.

Boot instantâneo

As possibilidades de avanços na eletrônica e na informática, graças ao advento do memristor, são praticamente inumeráveis. Duas delas, contudo, ganham destaque facilmente, graças à capacidade dos memristores de funcionarem em dois modos: modo digital e modo analógico.

A primeira possibilidade, baseada no modo digital de ser dos memristores, é a substituição das memórias RAM tradicionais por memórias não-voláteis, que não perdem o conteúdo quando a energia é desligada. Isto significa, por exemplo, que você poderá desligar o seu computador com todos os programas abertos e, ao religá-lo, continuar o trabalho instantaneamente, uma vez que não será preciso aguardar todo o processo de boot, abertura dos programas, reabertura dos arquivos e assim por diante.

Computadores que aprendem

A segunda possibilidade é ainda mais futurística e utiliza o modo analógico do novo componente eletrônico.

Os pesquisadores demonstraram que a forma de funcionamento dos circuitos dotados de memristores lembra muito o comportamento de organismos vivos muito simples. Organismos vivos são “analógicos”, e não digitais como os computadores. Isto abre o caminho para a criação de computadores capazes de aprender, onde os memristores comporiam uma espécie de “sinapse artificial,” criando computadores “neuromórficos.”

Não será ainda um chip parecido com o cérebro humano, mas, ainda assim, será um chip capaz de aprender a reconhecer padrões. Hoje, qualquer capacidade de “aprendizado” dos computadores é baseado nos softwares que eles rodam. Com os memristores, o próprio hardware se tornará capaz de aprender.

O computador se tornará capaz, por exemplo, de adaptar sua interface com o usuário dependendo da forma como o usuário interage com ela. Essa capacidade também poderá ser explorada em programas de inteligência artificial como os utilizados para reconhecimento de faces e de linguagem.

Fonte:Inovação Tecnológica

See ya!!!

A Delphi apresentará no XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, o SIMEA, um estudo que propõe o uso de inteligência artificial para monitoramento de oxigênio em veículo bicombustível movido por etanol. A utilização de redes neurais artificiais no sistema gerenciador de motores (EMS) permite o reconhecimento das variações no nível de oxigênio da combustão ocorrida no motor, além de reduzir custos agregando valor ao veículo.

A pesquisa foi realizada por Thiago Richter, Analista da Delphi Soluções em Produtos e Serviços e Pesquisador da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo; com colaboração de Amaury Ferrari de Oliveira, Gerente de Engenharia, Gerenciamento de Programas e Qualidade da Delphi Soluções em Produtos e Serviços para América do Sul; e Ivan Nunes da Silva, Professor Doutor e Pesquisador da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

Para saber mais clique aqui.

Fonte: revistafator.com.br

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 12 Setembro, 2009

O futuro da Inteligência Artificial

A internet não vai ganhar vida própria, robôs nunca vão sentir emoções e não existe um filme hollywoodiano sequer que retrate IA com precisão.

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Pelo menos, é nisso que acredita Eric Horvitz, ex-presidente da Association for the Advancement of Artificial Intelligence (AAAI), a Associação para os Avanços da Inteligência Artifical, e pesquisador da Microsoft Research, organização dedicada à ciência da computação e engenharia de software.

Como presidente da AAAI, Horvitz organizou encontros e discussões a respeito do futuro da inteligência artificial. Em um desses eventos, a International Joint Conference for Artificial Intelligence (IJCAI), os cientistas concluíram que são remotas as possibilidades da tecnologia se desenvolver até que passe “evoluir” sozinha – como acontece com a Skynet, dos filmes “O Exterminador do Futuro”. Mas levantaram um ponto interessante a respeito de novos vírus “conscientes”, capazes de apreender informações pessoais em redes sociais e gadgets (como os smartphones) e replicar o comportamento do usuário em momento oportuno.

Após cumprir o mandato de dois anos à frente da AAAI, Horvitz assumiu, em julho, o novo cargo de Immediate Past President – ou último presidente.

Fã de Arthur C. Clark (um de seus livros favoritos é “Childhood´s End”) Horvitz, no entanto, não acredita que a realidade passe perto das previsões da ficção. E não teme os avanços que a tecnologia pode trazer. “Se as pessoas conhecessem mais, elas ficariam mais empolgadas com o futuro”, diz. Clique aqui e veja a entrevista concedida a INFO.

Fonte: info.abril

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 8 Setembro, 2009

Robô é capaz de tomar decisões e interagir com humanos

icubRobôs que tomam decisões próprias até o momento estão restritos a filmes de ficção científica. Mas uma figura do tamanho de uma criança, com olhos grandes e um rosto branco, está se esforçando por transformar a ficção em realidade.

Seu nome é iCub, e os cientistas esperam que aprenda a adaptar seu comportamento às circunstâncias mutáveis, oferecendo novas percepções sobre o desenvolvimento da consciência humana.

Seis versões do iCub existem em laboratórios da Europa, onde os cientistas estão alterando minuciosamente o seu cérebro eletrônico de maneira a tornar o robô capaz de aprendizado, como uma criança.

“Nosso objetivo é realmente compreender algo que é muito humano: a capacidade de cooperar, de compreender o que outra pessoa deseja que façamos, e de podermos nos alinhar com elas e trabalhar juntos”, disse Peter Ford Dominey, diretor da pesquisa.

O iCub tem cerca de um metro de altura e conta com tronco, braços e pernas articulados e feitos de intrincados circuitos eletrônicos. O robô tem um rosto branco, com traços de nariz e grandes olhos redondos capazes de ver e acompanhar o movimento de objetos.

“Vamos jogar um jogo velho ou um jogo novo?”, perguntou o iCub a Dominey, em recente experiência conduzida em um laboratório de Lyon, no sudeste da França. Sua voz era robótica, o que não surpreende, mas tinha a entonação que uma pessoa adota ao fazer uma pergunta.

O “jogo” envolvia uma pessoa que apanhava uma caixa, revelando um brinquedo colocado embaixo dela. Depois, uma segunda pessoa levantava o objeto e voltava a colocá-lo no lugar. Por fim, a primeira pessoa reposicionava a caixa por sobre o brinquedo.

Depois de assistir a dois seres humanos realizando essas ações, o iCub aprende como participar da diversão.

“O robô está demonstrando que é capaz de mudar de papel. Pode desempenhar o papel da primeira ou o da segunda pessoa nessa interação”, disse Dominey, que recebeu verbas da União Europeia para seu trabalho com o iCub.

Embora passatempos simples como esses possam parecer decepcionantes para os fãs de C-3PO –o robô dos filmes “Guerra nas Estrelas”, que se gaba de fluência em 6 milhões de formas de comunicação–, eles estão na vanguarda da robótica e apresentam claro interesse científico.

Fonte: bol.com.br

Publicado por: STRØNGM@N | 6 Setembro, 2009

Vigilância por Inteligência Artificial chega ao Brasil

Desde setembro do ano passado, Leonardo Escudere, ex-IBM e CA, está à frente das operações da marca BRS Labs na América Latina, com a proposta de disseminar sua solução de vigilância digital cognitiva, AISight, por aqui.

A marca é nova, começou a operar somente em abril deste ano, depois de três anos de dedicação exclusiva ao desenvolvimento do software. Trata-se de um sistema ligado a câmeras digitais ou analógicas, que detecta automaticamente movimentos suspeitos e aciona níveis de alarme específicos.

Uma vez instalado (num servidor quadcore, que comanda até 9 câmeras), o software entra em processo de “aprendizagem”, como explica Scudere, analisando o comportamento do ambiente, para parametrizar o que são acontecimentos normais e o que configura ameaça. Depois de duas semanas, realiza-se um novo período de reconhecimento, para eliminar os chamados falsos positivos, alertas errados, que, em geral, destroem a credibilidade de sistemas de captação de imagem do gênero.

Desenvolvido para oferecer a maior precisão possível, o AISight tem base total em inteligência artificial e oferece três níveis de alertas. “No momento do alerta, o software envia um clip da imagem a um administrador previamente selecionado, que pode ser até mesmo a polícia, no caso de alerta máximo”, detalha Scudere.

O AISight nasceu, segundo o executivo, da frustração gerada por uma geração recente de soluções de vigilância, o vídeo analytics. “Esse modelo ficou famoso nos Estados Unidos, uma vez que trouxe inteligência às câmeras. Mas, antes de utilizar, era preciso perceber determinados comportamentos e limitar zonas de visão para as câmeras e, então colocar a inteligência no dispositivo, via código. Um processo pouco eficiente”.

Assim, de 2005 a setembro de 2008, a BRS Labs trabalhou no desenvolvimento da ferramenta, para lança-la naquele mês, em primeira versão beta. Hoje, cinco meses após sua primeira versão comercial, há 9 clientes no mundo. No Brasil, Scudere soma três projetos-piloto – nos mercados financeiro, utilities e de aeroportos.

Em busca de parceiros

Desde que nasceu, a BRS Labs vislumbrou mercados potenciais dos países do Bric, além dos Estados Unidos.

Assim, há um ano, Scudere trabalha na homologação de equipamentos compatíveis com o software e na coleção de parceiros de níveis 1 e 2. Hoje, os tier 1 são IBM, Unisys, Expert, Maston, Bycon, Proof, com engenheiros certificados pela BRS Labs.

Para a formatação do canal tier 2, Scudere mira empresas que estão em tecnologia e segurança eletrônica. Nessa faixa de parcerias, serão trabalhados mercados setoriais, como mercado de luxo, condomínios, varejo etc. “Temos interesse em todas as regiões do Brasil. Em breve, teremos um gestor para administrar essas alianças e também um gerente de projetos técnico”, avisa Scudere.

Até o momento, a BRS Labs tem 40 patentes registradas.

Fonte: ResellerWeb.com.br

See ya!!!

Publicado por: STRØNGM@N | 28 Agosto, 2009

Robô resolve sudoku!

Um robô feito com o kit LEGO Mindstorms NXT resolve o Sudoku, o quebra-cabeça mais popular do mundo.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte.

See ya!!!

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