Publicado por: STRØNGM@N | 6 setembro, 2009

Vigilância por Inteligência Artificial chega ao Brasil

Desde setembro do ano passado, Leonardo Escudere, ex-IBM e CA, está à frente das operações da marca BRS Labs na América Latina, com a proposta de disseminar sua solução de vigilância digital cognitiva, AISight, por aqui.

A marca é nova, começou a operar somente em abril deste ano, depois de três anos de dedicação exclusiva ao desenvolvimento do software. Trata-se de um sistema ligado a câmeras digitais ou analógicas, que detecta automaticamente movimentos suspeitos e aciona níveis de alarme específicos.

Uma vez instalado (num servidor quadcore, que comanda até 9 câmeras), o software entra em processo de “aprendizagem”, como explica Scudere, analisando o comportamento do ambiente, para parametrizar o que são acontecimentos normais e o que configura ameaça. Depois de duas semanas, realiza-se um novo período de reconhecimento, para eliminar os chamados falsos positivos, alertas errados, que, em geral, destroem a credibilidade de sistemas de captação de imagem do gênero.

Desenvolvido para oferecer a maior precisão possível, o AISight tem base total em inteligência artificial e oferece três níveis de alertas. “No momento do alerta, o software envia um clip da imagem a um administrador previamente selecionado, que pode ser até mesmo a polícia, no caso de alerta máximo”, detalha Scudere.

O AISight nasceu, segundo o executivo, da frustração gerada por uma geração recente de soluções de vigilância, o vídeo analytics. “Esse modelo ficou famoso nos Estados Unidos, uma vez que trouxe inteligência às câmeras. Mas, antes de utilizar, era preciso perceber determinados comportamentos e limitar zonas de visão para as câmeras e, então colocar a inteligência no dispositivo, via código. Um processo pouco eficiente”.

Assim, de 2005 a setembro de 2008, a BRS Labs trabalhou no desenvolvimento da ferramenta, para lança-la naquele mês, em primeira versão beta. Hoje, cinco meses após sua primeira versão comercial, há 9 clientes no mundo. No Brasil, Scudere soma três projetos-piloto – nos mercados financeiro, utilities e de aeroportos.

Em busca de parceiros

Desde que nasceu, a BRS Labs vislumbrou mercados potenciais dos países do Bric, além dos Estados Unidos.

Assim, há um ano, Scudere trabalha na homologação de equipamentos compatíveis com o software e na coleção de parceiros de níveis 1 e 2. Hoje, os tier 1 são IBM, Unisys, Expert, Maston, Bycon, Proof, com engenheiros certificados pela BRS Labs.

Para a formatação do canal tier 2, Scudere mira empresas que estão em tecnologia e segurança eletrônica. Nessa faixa de parcerias, serão trabalhados mercados setoriais, como mercado de luxo, condomínios, varejo etc. “Temos interesse em todas as regiões do Brasil. Em breve, teremos um gestor para administrar essas alianças e também um gerente de projetos técnico”, avisa Scudere.

Até o momento, a BRS Labs tem 40 patentes registradas.

Fonte: ResellerWeb.com.br

See ya!!!


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